Chindogu, segundo a definição na Wikipedia, é a arte japonesa de criar invenções que, à primeira vista, parecem ser as soluções ideais para problemas particulares. Na prática, é um termo utilizado para definir gadgets inúteis mas que são divertidos. Ou seja, invenções para casos que ninguém está seriamente interessado em resolver. Eis alguns exemplos visuais:

O que você acharia de usar uma gravata porta-trecos?

Que tal pendurar em sua cabeça um lindo, prático e discreto kit de câmeras fotográficas que faz com que você possa registrar um momento em 360 graus?

Maravilha, um isqueiro movido a luz solar: ideal para tempos de aquecimento global!
Muitos outros exemplos de invenções sensacionalmente inúteis podem ser encontrados na International Chindogu Society, que inclusive elenca os 10 Mandamentos do Chindogu. Ou no Concurso InventorMMM, que oferece prêmios como iPod Vídeo e um smartphone da Nokia aos intrépidos incautos que bolarem as melhores invenções de acordo com a votação dos visitantes do site. Já citaram açúcar efervescente, sintetizador de gosto (“taste sintetizator”), um tal de “tapator de corruptator” que teria muita utilidade em Brasília e até palitos de dente com sabor. Diversão garantida para suas horas de ócio em frente ao computador: ligue djá!
