Não vou assistir aos shows da Madonna no Brasil. Não gostei dos álbuns mais recentes dela, e não me animei a pagar 200 reais para vê-la ao vivo. Mas o fato é que Madonna Louise Veronica Ciccone Ritchie já gravou muitas músicas bacanas. E, como pegou o auge da era MTV, na qual os artistas precisavam fazer bons videoclipes para assegurar presença nos hit parades da vida, também estrelou alguns dos clipes mais interessantes das últimas 3 décadas. Eis os meus prediletos:
5. “Erotica” – Filmado no auge da fase mais polêmica da cantora, com direção de Fabien Baron, é praticamente um making of que documenta como foram tiradas as fotos eróticas que integraram o livro “Sex”, no qual Madonna aparecia au naturel ao lado de amiguinhas do jet set como Naomi Campbell e Isabella Rosselini. Do álbum Erotica, de 1992, que rendeu outros clipes bacanas como os de “Deeper and Deeper” e “Bad Girl”.
4. “Like a Prayer” – Para variar, um clipe que gerou muita polêmica quando foi lançado, em 1989. Foi demais para a puritana América ver Madonna dando uns amassos em um santo negro, dentro de uma igreja, dançando sensualmente enquanto cruzes em chamas, numa citação à Ku Klux Khan, aparecem ao fundo. Dirigido pela cineasta Mary Lambert (diretora de “Cemitério Maldito”), o clipe fez com que grupos religiosos organizassem boicotes contra a Pepsi, que na época havia contratado Madonna como sua garota-propaganda. Mas o fato é que, polêmicas à parte, tanto a música (um pop chicletudo com direito a coro gospel) quanto o vídeo retratam Madonna em um inspirado momento da sua carreira. Não à toa, o clipe de “Like a Prayer” foi considerado o vigésimo melhor de todos os tempos pela revista Rolling Stone, e o segundo melhor segundo a VH1.
3. “Material Girl” – O vídeo, que recria uma cena clássica de Marilyn Monroe no filme “Os Homens Preferem as Loiras”, exibe a faceta de garota materialista de uma cantora que, naquele já distante ano de 1984, estava caminhando a passos largos para se tornar a maior estrela pop de sua geração. Faixa de abertura do álbum Like a Virgin, impecavelmente produzido por Nile Rodgers, o mesmo produtor de músicos como Chic, David Bowie e Inxs, que rendeu um videoclipe dirigido pela mesma Mary Lambert de “Like a Prayer”.
2. “Justify My Love” – Uma das duas faixas inéditas da coletânea The Immaculate Collection, de 1990, que vendeu nada menos que 22 milhões de cópias mundo afora. Devo confessar que nem acho o vídeo, dirigido por Jean-Baptiste Mondino, lá essas coisas. Mas é que esta é minha música predileta de Madonna. Um presentaço dado por Lenny Kravitz, compositor desta gema pop. A ex-esposa de Guy Ritchie escreveu alguns dos versos de “Justify My Love”, dentre eles este: “Pobre é o homem cujos prazeres dependem da permissão de outros”.
1. “Papa Don’t Preach” – Segundo single do meu álbum predileto de Madonna, True Blue (1986), a música é cantada sob o ponto de vista de uma garota adolescente que engravidou, sabe que será mãe solteira e, conversando com seu pai conservador, diz que, em vez de fazer um aborto ou dar o seu bebê para adoção, deseja criar o seu filho. Ou seja, mais uma composição que mexeu com tabus e causou polêmica na Gringoland. O vídeo, dirigido pelo cineasta James Foley, conta com a participação do ator Danny Aiello no papel do pai de Madonna. E ganhou, muito merecidamente, o prêmio de Melhor Clipe Feminino em 1987 no MTV Video Music Awards.
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