Cinderela, o conto de fadas escrito originalmente pelo francês Charles Perrault em 1697, livremente inspirado em uma lenda italiana sobre uma gata borralheira, nunca recebeu uma versão tão esdrúxula quanto a cunhada pelo cineasta brasileiro Conrado Sanchez, cujo currículo no IMDB apresenta obras do quilate de Como Afogar o Ganso, Prisioneiras da Selva Amazônica, Viúvas Eróticas e um título que um dia eu haverei de assistir: Amado Batista em Sol Vermelho.
Cinderela Baiana é a obra que imortalizou o nome de Carla Perez na história do cinema tupiniquim. Veja a cena abaixo, uma pequena obra-prima de denúncia social ao som de um antológico sucesso do grupo É o Tchan, e você haverá de concordar comigo. Ou não.
P.S.: Confira os outros posts desta série: “Pum! Emissão Impossível” e “Nut – Nasceu Burro, Não Aprendeu Nada, Esqueceu a Metade”.
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