
É uma doença caracterizada por dor nos músculos e tendões, de natureza longa crônica, em pontos dolorosos específicos no corpo.
Os sintomas são: fadiga, sono superficial e não reparador (acorda mais cansado do que quando deitou à noite), depressão psíquica, ansiedade, dor de cabeça (pode ser enxaqueca), dormência de mãos e pés e dor abdominal com períodos de prisão de ventre intercalados com diarréia
Não há inflamação ou deformidade nas articulações e os movimentos do corpo não ficam limitados.
Caracteristicamente, os portadores de fibromialgia têm os sintomas por anos sem modificações importantes. Os problemas são dor e fadiga.
A causa e os mecanismos que provocam fibromialgia não estão perfeitamente esclarecidos. Não há nenhuma evidência concreta de que possa ser transmitida nem se verifica maior prevalência em familiares.
A diminuição de serotonina e outros neurotransmissores provocam maior sensibilidade aos estímulos dolorosos. Ela pode implicar na diminuição do fluxo de sangue que ocorre nos músculos e tecidos superficiais encontrados na fibromialgia.
No tratamento, devem ser usados analgésicos. No entanto, não parece haver vantagem no uso de anti-inflamatórios ou cortisona em caráter permanente.
São drogas obrigatórias os antidepressivos que agem sobre a serotonina no cérebro e têm efeito analgésico no sistema nervoso central.
Condicionamento muscular orientado por conhecedores da doença e seu entendimento pelos pacientes são indispensáveis. Pacientes com manifestações psiquiátricas mais intensas devem ter atendimento especializado.
Quanto antes for detectada, mais rápido se obtém um tratamento eficiente.
