Guia Pessoal Para Se Tornar Um Vilão Bem Sucedido - Parte I
Saturday, February 23rd, 2008
1- Minha legião de soldados do mal terá elmos com visores de plexyglass claros e não uma chapa fumê que praticament os deixam cegos em ambientes de pouca luz.
2- Os dutos de ventilação serão estreitos demais para qualquer pessoa se arrastar por eles.
3- Meu nobre meio-irmão cuja o trono eu usurpei será morto e não mantido secretamente como prisioneiro em uma cela esquecida do meu calabouço.
4- Atirar nos meus inimigos não é “bom demais para eles”.
5- O artefato que é a fonte do meu poder não será mantido na ‘Montaha dos Desespero’, depois do ‘Rio de Fogo’ e guardados por ‘Dragões da Eternidade’. Isso ficará no meu cofre. O mesmo se aplica ao objeto que é minha fraqueza.
6- Eu não ouvirei ou ridicularizarei as previsões do meu inimigo antes de matá-lo.
7- Quando meu adversário disser : “Espere! Antes de me matar, você poderia pelo menos dizer a razão disso tudo?” Eu responderei “Não.” e darei um tiro nele.
Não! Pensando melhor eu darei um tiro nele e depois direi “Não.”
8- Depois de sequestrar a linda princesa, eu casarei com ela imediatamente em uma quieta cerimonia civil e não com um casamento espetacular que ocorrerá dentro de três semanas, quando a fase final do meu plano mestre estiver completa.

9- Eu nunca instalarei um mecanismo de auto-destruição a não ser que seja absolutamente necessário. Se for necessário ele não será ativado por um grande botão vermelho escrito “Perigo: Não Pressione“. Esse botão na verdade ativará uma saraivada de balas na pessoa estúpida o suficiente para desobedecer as instruções. Para aprimorar o mecanismo não terá um botão com a posição “Ligado” e “Desligado” clara de maneira alguma.
10- Eu não interrogarei meus inimigos no meu esconderijo. Um hotelzinho bem longe da minha base será mais adequado.
11- Eu estarei seguro da minha superioridade, portanto não terei nenhuma necessidade de prová-la deixando pistas em forma de charadas ou deixando meus inimigos (aparentemente inofensivos) vivos para exibir que não são páreo para mim.
12- Um dos meus consultantes será uma criança normal de cinco anos. Qualquer falha no meu plano que ele detectar será corrigida antes da implementação.
13- Todos meus inimigos mortos serão cremados, ou terão pelo menos esvaziareis vários pentes de munição neles. Nunca acreditarei na morte de um inimigo que cai num abismo.
14- O herói não terá direito ao último beijo, último cigarro, ou qualquer forma de último pedido.
15- Eu nunca instalarei nenhum tipo de aparelho digital de contagem regressiva. Se eu achar que esse aparelho é absolutamente necessário, irei configurá-lo para ser ativado quando o contador chegar em 1:17… tempo em que o herói deverá estar pensando ainda em como desarmar o mecanismo, fugir ou levá-lo dali para um local seguro.
16- Eu nunca direi a frase “…mas antes de matá-lo, há apenas uma coisa que quero saber.”
17- Quando eu empregar conselheiros, ocasionamente seguirei seus conselhos.
18- Eu não terei um filho. Apesar de suas tentativas mal planejadas e mal sucedidas de usurpar meu poder, isso poderá se transformar em distração fatal em pontos cruciais da vida como vilão supremo.
19- Eu não terei uma filha. Ela seria tão linda quanto má, mas bastaria um olhar do herói para que ela traisse seu próprio pai.
20- Apesar de estudos provarem que o riso alivia o stress, eu não me agraciarei com uma gargalhada macabra em momento algum, para que nada possa me distrair do fato que algum evento ou individuo pouco perceptível por mim possa aproveitar-se desse tempo e tirar proveito do meu momento de glória.

Baseado na lita de plots ridículos de histórias e filmes do borglefink.com














Poucos diretores de cinema da atualidade se utilizaram tanto do recurso do “Pistolão” (conhecido também como Q.I.- Quem Indica) quanto Kevin Smith. Recentemente atualizaram no seu 



